El-Rei 2018-01-18T01:19:42+00:00

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E JULGAREIS QUAL É MAIS EXCELENTE,
SE SER DO MUNDO REI, SE DE TAL GENTE.

Luís de Camões, Os Lusíadas, I, 10

PELA GRAÇA DE DEUS,

DOM MARCELO

Rei do Reino Unido de Portugal e Algarves, Imperador Lusitano,Rei do Brasil, da Espanha, da Galiza e Marrocos, d’Aquém e d’Além-Mar em África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia, Duque de Marques Lisboa, Conde de Macau, de Piratininga, Protector de Vera Cruz​, Grão-mestre da Real Ordem Militar dos Três Leões, da Ordem, da Justiça e da Libertdade, da Real Ordem Micronacional de São Bento de Aviz, da Imperial Ordem de São Francisco Xavier, da Real Ordem Micronacional da Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, da Real Ordem Micronacional de Sant’iago da Espada e da Sereníssima Ordem de São Marcos

brasãocompleto

O direito à coroa está baseado na descendência direta por parte de pai da Rainha Dona Beatriz I da Dinastia dos Borgonha, primeira e fundadora da nação portuguesa e por parte de mãe da última dinastia reinante, embora mais distante, a dinastia dos Saxe-Coburgo e Bragança.

O Reino Unido é governado pelo sistema de governo de Monarquia Parlamentarista Constitucional, o Rei, Reina, e o povo governa, tornando a Casa Real um símbolo do Estado e da Nação, porém cabe ainda a Coroa, constitucionalmente, a Chefia das Forças Armadas e da Chancelaria Real.

Vossa Majestade Real & Imperial Dom Marcelo foi precedido por outros 5 chefes de estado, incluindo dois presidentes da Republica.

 

felipe4El-Rei Dom Felipe IV, o restaurador (14 de fevereiro de 2004 – 24 de novembro de 2006)
A 22 de junho de 2002 era fundada a nova Dinastia reinante de Portugal, a Dinastia Feitos. No entanto, em um primiro momento, o novo monarca assumiu o papel de Regente da Monarquia enquanto não era aclamado em Cortes, conforme manda a secular tradição da Monarchia Portugueza de o povo reprensentado no Parlamento aprovar o seu novo Rei.
A 2 de Dezembro de 2003, porém, as Cortes Gerais Constituintes aprovam a Real Constituição Política Portuguesa, inaugurando o período constitucional. O plenário constituido por todos os cidadãos decidiu, conforme a lei magna e por unanimidade, aclamar então, e só então, Sua Majestade Real e Imperial El-Rei Dom Felipe IV de Portugal e Algarves, D’Aquém e Além Mar, em América, Africa, Asia e etc. Tal aclamação decorreu de forma magnífica, na Sala dos Deputados, no augusto dia de 18 de Fevereiro de 2004. Para lá de ter ficado no coração de todo o português, este momento ficou para sempre comemorado através da Medalha da Aclamação, que orna o peito de todo o súbdito presente nesse dia.

felipe5El-Rei Dom Filipe V, o rei cidadão (24 de novembro de 2006 – 20 de novembro de 2009)
El-Rei Dom Felipe IV abdica no dia 24 de Novembro de 2006. O filho de Dom Felipe IV, D. Jorge, Duque de Faro e Príncipe Real, é então aclamado rei no dia 10 de Dezembro, pelas Cortes Gerais, por unanimidade, como seu pai, e toma o nome de Dom Filipe V. Faz rainha a Dona Samantha, sua esposa, sendo o único rei que assumiu o cargo casado. Geriu a micronação num período de baixa de actividade. No seu reinado, em agosto de 2007, realizaram-se as VI Eleições Legislativas, as últimas até 2012. É durante o seu reinado que finalmente se avança para um novo sítio nacional que vem a substituir o antigo, em uso desde 2004.

pomboEl-Rei Dom Filipe VI, o venturoso (20 de novembro de 2009 – 18 de agosto de 2012)
El-Rei Dom Filipe VI é aclamado Rei de Portugal e Algarves no dia 20 de novembro de 2009, após a abdicação do seu pai. Apesar de iniciar bem o seu reinado, o reino cai na inatividade quase total, apenas restaurando-se em 2012, que culminou nas VII Eleições Legislativas, 5 anos depois, em fevereirode 2012. Com dificuldades de acesso e uma recaída em inatividade por força de um acidente, o rei acaba por ver-se forçado a abdicar após a vitória da República no referendo de 18 de agosto.

foto_marioPresidente da República, Mário de Bragança e Feitos (5 de setembro de 2012 – 30 de março de 2013)
Eleito Presidente da República, dito provisório, em sessão das Cortes Gerais Extraordinárias, com  7 votos, D. Mário assumiu a tarefa de substituir o prévio chefe de estado real, El-Rei Dom Filipe VI, que havia abdicado algumas semanas antes, em função da vitória da república em referendo nacional. Cumpre 7 meses nas funções, nomeadamente durante a guerra que nos foi declarada pelo  Sacro Império de Reunião, em finais do ano.  Sai do cargo pela tomada de posse do Presidente da República seguinte, agora eleito por sufrágio universal, após a reforma da Constituição Política Portuguesa.

soberanoPresidente da República, Jorge de Bragança e Feitos (30 de março de 2013 – 20 de maio de 2013)
Republicano eminente e antigo Rei Dom Filipe V, é eleito por sufrágio universal e assume juramento solene como Presidente da República a 30 de março de 2013. Os seus dois meses de mandato são marcados pelo enfraquecimento do espírito republicano e por nova crise de atividade. Foi o juiz eleitoral do referendo de 20 de maio, que restaurou a monarquia constitucional e que lhe cessou o cargo.

reiEl-Rei D. Felipe VII (3 de junho de 2013- 25 de julho de 2016)
El-Rei Dom Felipe VII é aclamado rei a 3 de junho de 2013, algumas semanas após a vitória da monarquia constitucional e sua competente restauração. Foi, de 2002 a 2004, Regente, e de 2004 a 2006 rei como Dom Felipe IV. Retornou assim à micronação que fundou para liderar os muitos cidadãos que em 2013, apesar de uma crise sem precedentes do movimento micronacionalista lusófono, queriam continuar a tradição de RUPA.